Os esquemas são os seguintes:

  • Coronavac — três doses, com intervalos de 28 dias entre a primeira e a segunda e de oito entre a segunda e a terceira. Reforço a partir de quatro meses após a terceira dose, preferencialmente com a vacina Pfizer (Cominarty). Se não estiver disponível, usar a Coronavac.
  • Pfizer (Cominarty): três doses, com intervalo de oito semanas. Reforço a partir de quatro meses após a terceira dose, preferencialmente com a vacina Pfizer (Cominarty). Se não disponível, usar a Coronavac.
  • As vacinas AstraZeneca ou Janssen não são indicadas. Caso gestantes e puérperas imunodeprimidas tenham recebido essas vacinas antes da gestação, é recomendado um reforço, preferencialmente com a vacina da Pfizer. Se não disponível, usar a Coronavac.
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  • Imunocomprometidos de 12 a 17 anos, incluindo gestantes e puérperas:
    • Pfizer: três doses com intervalos de oito semanas e um reforço a partir de quatro meses após a terceira dose.
  • Imunocomprometidos a partir de 18 anos, exceto gestantes e puérperas:
    • AstraZeneca: três doses com intervalos de oito semanas e um reforço a partir de quatro meses após a terceira dose.
    • Coronavac: três doses, com intervalos de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose e de oito semanas entre a segunda e a terceira, e um reforço quatro meses após a terceira dose.
    • Janssen: duas doses com intervalo de oito semanas e um reforço a partir de quatro meses após a segunda dose.
    • Pfizer: três doses com intervalos de oito semanas e um reforço a partir de quatro meses após a terceira dose.
    • Observação: Independente do esquema primário, o reforço deve ser feito preferencialmente com a vacina Pfizer, ou, de forma alternativa, com a AstraZeneca ou Coronavac.
  • Gestantes e puérperas a partir de 18 anos imunocomprometidas:
    • Coronavac: três doses com intervalos de oito semanas e um reforço quatro meses após a terceira dose.
    • Pfizer: três doses com intervalos de oito semanas e um reforço a partir de quatro meses após a terceira dose.
    • Observação: o reforço deve ser feito preferencialmente com a vacina Pfizer. Se não disponível, usar Coronavac
    • Observação: Apesar de as bulas recomendarem que os esquemas de vacinação sejam feitos com a mesma vacina (esquema homólogo), estudos que avaliaram a imunogenicidade e segurança de esquemas com vacinas diferentes (esquema heterólogo) — em especial de plataformas tecnológicas distintas — observaram aumento nos títulos de anticorpos sem qualquer alteração no perfil de segurança. As evidências apoiam as recomendações do Ministério da Saúde (leia mais aqui e aqui).

Saiba mais aqui.

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Depende:

  • Se o episódio não tiver relação com a vacina: podem receber qualquer vacina Covid-19 atualmente disponível, desde que sob orientação médica e que o episódio de miocardite ou pericardite esteja completamente resolvido. Ou seja, sem sintomas e sem evidências de inflamação ou sequelas cardíaca.
  • Se o episódio tiver relação com a vacina: a segunda dose deve ser adiada até que dados de segurança adicionais estejam disponíveis. A decisão, ainda assim, deve ser debatida com a equipe médica assistente.
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Atualmente, não há dados sobre a segurança e eficácia das vacinas Covid-19 em pessoas com este histórico. Os mecanismos da Síndrome não são bem compreendidos, mas incluem uma resposta imune desregulada à infecção por SARS-CoV-2.

A decisão sobre a vacinação e quanto tempo aguardar após a recuperação da síndrome deve ser tomada em conjunta pelo médico e o paciente, considerando os benefícios da vacinação e o risco de infecção pelo SARS-CoV-2.

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Porque não sabemos se as terapias com anticorpos passivos contra Covid-19, incluindo anticorpos monoclonais e plasma convalescente, podem reduzir a eficácia da vacinação com vacinas Covid-19. Como precaução, recomenda-se aguardar ao menos 90 dias após essas terapias para iniciar vacinação. Pessoas que tiveram Covid-19 após a primeira dose da vacina e foram submetidas a terapia passiva com anticorpos também devem esperar 90 dias antes de receber a segunda dose. Não é preciso recomeçar o esquema.

No caso de terapias com anticorpos não específicos para o tratamento com Covid-19 (por exemplo, imunoglobulina intravenosa e anti-Rh), é improvável haver prejuízo substancial à resposta vacinal. Por esse motivo, não há necessidade de intervalo.

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Com base na resposta imunológica e proteção clínica reduzidas observadas em estudos com grupos diferentes de pessoas imunossuprimidas, além do maior risco de covid-19 grave, foi estabelecida a necessidade de uma dose adicional no esquema primário e um reforço. A alteração no esquema não mudou o perfil de segurança de vacina, que se manteve satisfatório.

É importante ressaltar que a possibilidade de resposta imunológica reduzida permanece mesmo com esses esquemas específicos. Por isso, as demais medidas de prevenção, como uso de máscara e evitar aglomerações, devem ser mantidas para limitar o risco de exposição ao vírus.

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Grávidas e puérperas (até 45 dias após o parto) são mais vulneráveis a desenvolver formas graves de Covid-19 e complicações obstétricas, tais como parto prematuro, óbito fetal, abortamento, entre outros. Por esse motivo, O Programa Nacional de Imunizações (PNI) incluiu os grupos como prioritários. As vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde no momento são as da Pfizer (Cominarty) ou do Instituto Butantan/Sinovac (CoronaVac).

O teste de gravidez não deve ser um pré-requisito para a administração das vacinas nas mulheres com potencial para engravidar e que se encontram em um dos grupos prioritários para vacinação.

Atenção: Diante da ocorrência de um evento adverso grave com provável associação causal com a vacina AstraZeneca/Fiocruz em uma gestante, optou-se pela interrupção temporária da vacinação das gestantes e puérperas com vacinas de vetor viral (AstraZeneca/Fiocruz e Janssen).

O Ministério da Saúde atualiza suas recomendações para esta e outras situações por meio de “Informes Técnicos” divulgados periodicamente (acesse).

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Para gestantes ou mulheres que estejam no puerpério (até 45 dias pós-parto) na data da segunda dose deverá ser ofertada, preferencialmente, a vacina Pfizer. Caso não esteja disponível, a vacina Coronavac é uma opção. O(A) médico(a) que as acompanha deve orientá-las sobre as limitações dos dados existentes e o perfil de risco benefício.

Veja mais em https://sbim.org.br/images/files/notas-tecnicas/secovid-nt-n6-2021-intercambialidade.pdf

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Sim, esses ingredientes não são usados nas vacinas Covid-19.

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